
Por estar localizado, em média, a 11 metros de altitude, nenhuma instalação aeroportuária será afetada até 2100 - quando eventualmente pode ocorrer o aumento do nível do mar em até 1 metro (G1), que atingiria as áreas em vermelho no mapa abaixo. No entanto, é possível observar que haverá impactos no Porto Fluvial Brucutu, usado pela Força Aérea para o transporte de materiais para as obras da Comissão de Aeroportos da Região Amazônica (COMARA), que constrói aeródromos em toda a Amazônia.